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24 de novembro de 2016

ESTÉTICA FILOSÓFICA







Trabalho realizado na disciplina de Filosofia, orientado pelo professor Cristiano Gress. Com o objetivo de conhecer e retratar o entendimento estético, de belo e, ou, de arte de alguns dos principais pensadores, por meio de produção de máscaras de gesso e pinturas. Houve, ainda uma apresentação e explanação oral dos conceitos associados.
Turmas envolvidas: 203, 205, 206, 207, 208 e 209
CONCEITOS EM QUE SE BASEARAM PARA A PRODUÇÃO E APRESENTAÇÃO DE TEORIA EM SALA DE AULA:
PLATÃO - O belo é uma forma ideal que existe por si mesma, como um modelo, no mundo das ideias. Assim, o que percebemos como sendo belo só é belo porque se assemelha ao que está no mundo das ideias, à ideia de beleza que guardamos em nossa alma. Assim, para Platão, que entende que o belo é objetivo
DAVID HUME - o belo depende do gosto de cada um.
IMMANUEL KANT, em sua obra: “Crítica da faculdade do Juízo” afirma que o juízo estético não é guiado pela razão e sim pela imaginação. O belo é o que nos proporciona prazer, dessa maneira, primeiramente, é algo subjetivo.

GEORG WILHELM FRIEDRICH HEGEL o que é BELO depende do momento histórico e do desenvolvimento cultural. Cabe, portanto, que o observador IDENTIFICAR O BELO.

ARTHUR SCHOPENHAUER tem uma visão pessimista sobre a vida do ser humano, afirmando que para que o mesmo possa sair do círculo vicioso que traz sofrimento diante da permanente insatisfação da vontade. Por isso, por meio da contemplação estética o ser humano pode chegar pó um momento a dimensão eterna e universal e, por meio do que há de mais belo e a superior de arte é a música, o mesmo consegue aliviar esse seu sofrimento que vem desse estado de eterna insatisfação.
ARISTÓTELES, o belo é uma propriedade objetiva e concreta do objeto, onde há harmonia das partes, havendo três características principais: harmonia, grandeza e proporção. Assim, as coisas que apresentam beleza, apresentam unidade na variedade e simetria na forma
SUSANE LANGER entende que a arte é a prática de criar formas perceptíveis expressivas sentimento do ser humano.
FRIEDRICH VON SCHILLER entende que a função da arte ideal seria servir à necessidade ESPÍRITO HUMANO (uma dimensão superior e não material, onde está a verdadeira satisfação e felicidade) e não ao “mercado do século”, ou seja, aos interesses que determinam o que pode e deve ser feito pata atender à demanda do mercado. Essa é a indústria cultural.
AGOSTINHO DE HIPONA -
Santo Agostinho, em um de seus sermões sobre a beleza das criaturas, diz: “Interroga a beleza da terra, interroga a beleza do mar, interroga a beleza do ar dilatado e difuso, interroga a beleza do céu, interroga o ritmo ordenado dos astros: interroga ao sol, que ilumina o dia com fulgor: interroga a lua, que suaviza com seu esplendor a obscuridade da noite que segue ao dia: interroga aos animais que se movem nas águas, que habitam a terra e que se movem no ar […] Interroga todas essas realidades. Todas elas te responderão: Olha-nos, somos belas”.
Para ele, Bispo de Hipona, a própria beleza das coisas revela a Deus, pois “se são belas as coisas que fez, quanto mais belo será Aquele que as fez”. Detenhamo-nos, agora, em algo cunhado pelo Divino Autor, no qual quis Ele apresentar ao universo “à sua imagem e semelhança” (Gn 1, 26): o homem. “Entre as coisas muito boas estava também o homem, ornamentado com uma beleza muito superior a todas as coisas belas”.
Apesar de terem o mesmo ponto de partida, a saber, a análise crítica das técnicas de reprodução, Adorno e Benjamin chegam a conclusões distintas.
ADORNO entende que a reprodutibilidade das obras de arte é algo negativo, pois a transforma em mercadoria;
 BENJAMIN, afirma que apesar de a reprodutibilidade ter aspectos negativos, uma forma de arte como o cinema pode ser usada potencialmente em favor da classe operária e não é serviria para comunicar os interesses da burguesia
Para Adorno, a noção de aura na obra de arte preservava a consciência de que a realidade poderia ser melhor, mas o processo de massificação da arte dissolveu (diminuiu e prejudicou) tal noção e, com ela, a dimensão critica da arte. A padronização e reprodução das obras de arte não faz com que se desenvolva o gosto estético autônomo.
Para Benjamin, a perda da aura destruiu a unicidade e a singularidade da obra de arte, que perde o seu valor de culto e se torna acessível. E isso é positivo, pois favorece a classe operária e dá às massas o acesso à arte. 


Estes conceitos também foram conteúdo de prova individual e sem consulta.

3 de novembro de 2016

Inclusão na Rede Regular de Ensino


Quando falamos em inclusão nas escolas de ensino regular a palavra vem no seu real sentido, incluir. Nada mais justo que os estudantes com necessidades especiais sejam inclusos na sala de aula. Muitas vezes o que acontece é a exclusão. O aluno acaba sendo deixado de lado e é nestas horas que entra em cena o papel do segundo professor. Seu trabalho não é apenas realizar as adaptações necessárias para que seu aluno tenha um aprendizado significativo, sua função é fazer com que este aluno seja realmente incluso, que se sinta parte, inserido deste contexto, pois sua permanência na escola depende disso.
Juntamente com os professores, procurar realizar as adaptações necessárias dos conteúdos. Assim, o aluno também percebe que está aprendendo junto com os demais, sempre respeitando suas singularidades ou necessidades, isso motiva a realização e o seu dia a dia na escola. 

 Escrito por Eloisa Costa - Professora de Educação Especial


 As atividades a seguir foram realizadas pela aluna Patrícia do 3º06, juntamente com o Prof. Cristiano (Filosofia) e a Prof. Eloisa (2ª Professora).